| sexta-feira, 18 de abril de 2008 | ||
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Além da conquista do nome social, elas também passam a ter direito ao atendimento em leitos femininos, respeita-se assim a identidade de gênero do segmento. Essa conquista tão importante é fruto da articulação entre as ONG's GADA e da Associação Rio-Pretense de Travestis. Bruna Valin, presidente da ARTT'S e conselheira municipal de saúde, diz que a iniciativa "coroa um processo de intensa participação do segmento GLBT, principalmente entre travestis e transexuais, na luta pelo respeito à diversidade de gênero e orientação sexual". Para o secretário municipal de saúde, Arnaldo Almendros, "a portaria é apenas uma fase do processo, que possui ainda a necessária sensibilização dos trabalhadores e gestores para a importância da determinação". Já, Alessandro Melchior, do GADA e da Comissão Executiva do Fórum Paulista, afirma que o governo estadual de São Paulo deveria se inspirar em tal portaria, "O governo do Estado poderia aproveitar o exemplo e dar início a suas ações de combate à homofobia estabelecidas no programa de governo e que até o momento não saíram do papel. Uma portaria como essa, a nível de Secretaria Estadual de Saúde, seria um primeiro passo." |
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| Fonte: GADA | ||